O Irrigante não é Bandido, na verdade o irrigante é o mocinho.

O Irrigante não é Bandido, na verdade o irrigante é o mocinho.

Congresso Nacional de Irrigação e drenagem aborda a questão da Comunicação em Luiz Eduardo Magalhães, na Bahia.

O titulo desta matéria é uma frase do professor doutor Fernando Braz Tangerino Hernandez, Coordenador da área de Hidráulica e irrigação da UNESP Ilha Solteira. Dita no encerramento do XXIII CONIRD, com o intuito de lembrar aos irrigantes que a sociedade precisa saber a importância da atividade do Irrigante. Tangerino fez um resumo dos seis dias de Congresso e durante toda a sua explanação insistiu na importância da informação e da utilização de todas as formas possíveis de comunicação para o setor. Ele, inclusive, citou a revista Irrigazine como iniciativa neste sentido.
“A comunicação com diferentes linguagens deve ser priorizada como forma de democratização do setor. O conhecimento e as informações são fundamentais para que se possa ter a exata compreensão por todos os seguimentos da sociedade da importância da agricultura irrigada, seus efeitos multiplicadores, ao mesmo tempo em que possibilita o uso de novas técnicas e tecnologias”.
Muitos desafios e muitas oportunidades é como ele caracteriza o momento pelo qual passa a Irrigação no País. Avalia que não há mais espaço para amadorismo na irrigação. “Não basta ter bons sistemas de irrigação. Conhecimento técnico e manejo são importantes, mas tudo começa com um bom projeto de Irrigação.” Enfatiza, ao lembrar a plateia, completamente tomada por representantes do setor, da importância das técnicas agronômicas.
O engenheiro agrônomo e analista da Unidade de Projetos e Estudos da 6ª Superintendência Regional da Codevasf, em Juazeiro (BA), Rodrigo Ribeiro Franco Vieira, falou sobre “Tarifa elétrica para Irrigação: Custos e resultados econômicos”, baseado em um estudo realizado por ele e publicado em artigo na edição 31 da Irrigazine. A questão do custo e da disponibilidade de energia elétrica é questão fundamental para o pleno desenvolvimento da atividade irrigada. E no estudo citado, só para lembrar, Rodrigo encontra o que chama de “ardil matemático, os pequenos irrigantes pagam 75% a mais pelo KW h do que os irrigantes maiores”. “Os aqui chamados pequenos são os irrigantes do grupo tarifário B, assim enquadrados por causa da baixa tensão necessária para funcionamento de seus sistemas de irrigação.”

Leia texto completo na edição 34 da Irrigazine.